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PnPulse

O PNPulse é o projeto de um inibidor implantável de apetite para tratamento da Obesidade. Trata-se de um pequeno dispositivo, similar a um marcapasso cardíaco, que é implantado na camada subcutânea abdominal e provoca a sensação de saciedade, resultando no controle sustentável do peso.
  • Segundo a OMS, há atualmente mais de 500 milhões de pessoas obesas no mundo. Quase 3 milhões morrem todos os anos por consequências da obesidade.

Imagine aquela sensação que temos quando acabamos de sair de um restaurante. Agora imagine se você pudesse sentir aquela sensação logo após começar a sua refeição. Não seria mais fácil seguir uma dieta? Agora pense em uma pessoa com transtorno alimentar, cujo excesso de peso reflete diretamente a falta de controle sobre as sensações de fome e saciedade...

Foi pensando nisso que a InPulse está desenvolvendo um inibidor de apetite. O dispositivo é implantado via uma cirurgia simples, minimamente invasiva e conectado via eletrodos na parede do estômago. Desta maneira, pulsos elétricos fazem com que o próprio estômago envie sinais de saciedade ao cérebro, causando o efeito esperado – a antecipação da saciedade. O processo é baseado essencialmente na eletroestimulação gástrica, não havendo a injeção de hormônios ou qualquer outra substância no organismo. O conceito da técnica está provado: o método é seguro, altamente eficiente e totalmente reversível. Entre em contato para saber mais sobre o projeto.

Obesidade

Atualmente, mais de 500 milhões de pessoas estão obesas no mundo. Quase 3 milhões morrem todos os anos por consequências da obesidade, representando a 5ª maior causa de mortes no mundo. 65% da população mundial vive em países onde o sobrepeso e a obesidade mata mais pessoas que a desnutrição. A tendência para a obesidade é ainda mais assustadora: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2015 haverá mais de 700 milhões de obesos no mundo e aproximadamente 2.3 bilhões de pessoas com sobrepeso.
Nós, brasileiros, estamos seguindo uma triste tendência, já ultrapassando a marca dos 30 milhões de obesos e crescendo a uma taxa aproximada de 5% ao ano. Metade dos brasileiros está acima do peso ideal. Em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela OMS.

Dentre as opções para o paciente estão as dietas, as pílulas de emagrecimento e as cirurgias bariátricas. Para o caso mais crítico da doença, a cirurgia bariátrica é o método mais comum de tratamento. Porém, o método não está se demonstrando suficiente para o controle da doença, já considerada epidemia pelos estudiosos do problema. A obesidade traz consigo várias comorbidades associadas, tais como diabetes, hipertensão arterial, problemas psico-sociais e câncer, gerando um custo para os cofres públicos de R$1.5 bilhão ao ano.
As técnicas cirúrgicas são mais eficazes em relação aos outros métodos, porém muito agressivas ao organismo. Vários são os riscos associados a sua utilização, incluindo úlceras, hemorragia e morte. Além disso, é possível que haja recidiva e distúrbios nutricionais, necessitando a reposição de vitaminas e nutrientes para que o paciente tenha uma vida saudável após a cirurgia.

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